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OS SETEMBRINOS — O TEMPO, A CIDADE E AS NOSSAS VIDAS

Há cidades que permanecem dentro de nós muito depois que deixamos de percorrer suas ruas.

 

Os Setembrinos — O Tempo, a Cidade e as Nossas Vidas nasce dessa permanência. Reunindo contos que atravessam lembranças, personagens, amizades, descobertas e acontecimentos de uma época, o livro reconstrói, pela memória e pela literatura, um Recife visto pelos olhos de quem viveu intensamente seus espaços e seu tempo.

Entre o final dos anos 1960 e o início dos anos 1970, uma geração descobria o mundo enquanto a própria cidade se transformava. As ruas, as esquinas, os bairros, as escolas, os cinemas, os encontros e as pequenas aventuras cotidianas tornavam-se parte de uma história que, décadas depois, continuaria habitando a memória.

Mas Os Setembrinos não é apenas uma viagem ao passado. É também uma reflexão sobre o tempo e sobre aquilo que ele faz com nossas vidas. O que permanece quando os lugares mudam? O que acontece com as amizades quando a infância termina? Quantas pessoas continuam vivendo dentro de nós mesmo depois que desaparecem de nossas ruas?

Ao reunir seus contos em um único volume, Carlos Pessegatti transforma memórias particulares em uma experiência compartilhada. O Recife deixa de ser apenas cenário e passa a ser personagem — vivo, contraditório, afetivo e atravessado pelas marcas de várias gerações.

 

Cada conto é uma esquina.
Cada personagem, uma lembrança.
Cada lembrança, uma parte de nós.

Os Setembrinos é, sobretudo, um livro sobre aquilo que o tempo não consegue apagar.

 

Para os que viveram.
Para os que ouviram falar.
Para os que ainda carregam uma cidade dentro de si.

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O Ananke da Informação e Controle Digital já está disponível na Amazon

 

Um novo livro de Callera Jarreliss sobre mito, tecnologia, informação e as estruturas invisíveis do poder contemporâneo.

 

Vivemos um tempo em que os antigos deuses parecem retornar — não mais sob a forma de divindades antropomorfizadas, mas como estruturas invisíveis que organizam, condicionam e orientam a vida contemporânea.

 

É a partir dessa perspectiva que nasce O Ananke da Informação e Controle Digital, novo livro de Callera Jarreliss.

 

Ao recuperar Ananke, a antiga figura grega associada à necessidade e à inevitabilidade, o livro propõe uma leitura do presente em que informação, tecnologia e mecanismos de controle passam a ocupar um lugar central na compreensão das novas formas de poder.

 

Mais do que revisitar um mito, a obra procura compreender aquilo que, em nossa época, se apresenta como inevitável: sistemas que operam silenciosamente, estruturas algorítmicas que atravessam nossas escolhas e uma nova configuração das relações entre indivíduo, informação e poder.

 

O livro integra o universo de pesquisa de Callera Jarreliss dedicado às Teorizações do Contemporâneo e às transformações produzidas pela emergência de uma Civilização Algorítmica.

O Ananke da Informação e do Controle Digital já está disponível na Amazon, em edição Kindle e agora também na versão impressa.

Leia mais sobre o livro e acesse a edição disponível na Amazon pela página Books deste site.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Governamentalidade Algorítmica já está disponível na Amazon

 

Um ensaio sobre a história da quantificação, o poder e a emergência da racionalidade algorítmica

A governamentalidade algorítmica não surgiu de repente. Ela é resultado de um longo processo histórico no qual o governo das populações passou a ser progressivamente mediado pela quantificação.

Em Governamentalidade Algorítmica, Callera Jarreliss percorre essa genealogia, investigando como a confiança moderna na capacidade dos números de descrever, organizar e intervir sobre a vida social abriu caminho para novas formas de exercício do poder.

O percurso começa no Iluminismo, passa pelo desenvolvimento das estatísticas e dos censos e chega às formulações da biopolítica em Michel Foucault, até alcançar o presente, quando os algoritmos passam a ocupar uma posição central na organização, classificação e administração da vida social.

O ensaio procura compreender, assim, uma transformação fundamental: como a racionalidade baseada na quantificação evoluiu até tornar possível uma forma de governamentalidade mediada por sistemas algorítmicos.

Mais do que investigar uma tecnologia contemporânea, o livro busca revelar a genealogia histórica de uma nova racionalidade de poder.

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Versão Impressa
Versão Kindle

Um novo futuro álbum já começa a ser esboçado. Trata-se de Echoes of Gaia, disco este que tem como temática a Ressonância Schumann, que é a frequência em que vibra a Terra, 7.83 Hz. 

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Echoes of Gaia

O que é a Ressonância Schumann?

Imagine a Terra como uma gigantesca ressonadora esférica, onde as ondas eletromagnéticas podem viajar e ser refletidas. Entre o solo terrestre e a ionosfera, essas ondas criam padrões de ressonância que oscilam em frequências extremamente baixas (ELF). A frequência de 7.83 Hz é a mais dominante, mas também existem harmônicos superiores. Esses padrões são influenciados por fenômenos naturais, como relâmpagos, tempestades solares e variações no campo magnético terrestre.

Conexão com a vida.

Curiosamente, a Ressonância Schumann não é apenas uma curiosidade geofísica. Estudos sugerem que ela pode estar intimamente ligada à vida na Terra. Por exemplo, as frequências cerebrais humanas no estado de relaxamento profundo ou meditação (ondas alfa e teta) muitas vezes se alinham com a ressonância principal de 7.83 Hz. Isso leva a uma especulação fascinante: será que nossos corpos e mentes "dançam" ao som dessa frequência primordial?

Musicas que farão parte deste disco
 

1 - Echoes of Gaia

2 - The Earth's Pulse

3 - 7.83 Hz: The Earth's Symphony

4 - Resonance: Songs of the Sphere

5 - Schumann's Harmonics

6 - Primordial Vibrations

7 - Harmonia Terræ

8 - Planetary Rhythm

9 - Aurora Terrae

Cosmic Purpose - New Album

Conceito: O álbum irá explorar a jornada humana de busca por sentido e conexão com o universo, unindo elementos filosóficos, científicos e espirituais. Cada faixa representará uma etapa ou perspectiva dessa busca, evocando a reflexão sobre nosso lugar no cosmos e o papel da sabedoria como guia nesse percurso. As músicas transitarão entre texturas contemplativas, ambientes cósmicos e ritmos que simbolizam a dinâmica da existência.
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Títulos das faixas:

  1. "Genesis of Meaning" (Gênese do Sentido)

    • Representa o despertar da consciência e a pergunta inicial: "Por que estamos aqui?"

  2. "The Infinite Mirror" (O Espelho Infinito)

    • Reflexão sobre o universo como um espelho que nos convida a olhar para dentro.

  3. "Threads of Existence" (Fios da Existência)

    • Uma abordagem inspirada pela Teoria das Cordas, conectando ciência e espiritualidade.

  4. "Echoes of Wisdom" (Ecos da Sabedoria)

    • Explora o papel da sabedoria como luz orientadora na escuridão das dúvidas.

  5. "Celestial Longing" (Ânsia Celestial)

    • Uma peça mais emocional, representando o desejo humano de transcender.

  6. "Harmonic Chaos" (Caos Harmônico)

    • A música traduz o paradoxo entre ordem e desordem na criação.

  7. "The Guiding Star" (A Estrela Guia)

    • Metáfora para as virtudes que iluminam nossa jornada.

  8. "Silent Resonance" (Ressonância Silenciosa)

    • Uma faixa introspectiva, onde o silêncio e os drones dominam, simbolizando o vazio criativo.

  9. "The Final Note" (A Nota Final)

    • Encerramento épico e contemplativo, refletindo sobre a harmonia final entre indivíduo e universo.

  10. "Rama Resonance" (Bonus Track) - Mov. 1  - The Sighting (Abyssal Sing); Mov. 2 - The Approach (Solar Resonance) - Mov. 3 - The Contact (The Inner Hall); Mov. 4 - Silence Revisited (Departure)

Em The Thingified World, eu convido a todos para junto comigo atravessar os subterrâneos da condição contemporânea, onde a promessa do digital se transforma em pesadelo concreto. Inspirado nas ideias de György Lukács, este álbum-sonho-sonoro é uma crítica poética à reificação — esse processo insidioso em que o ser humano é reduzido à condição de objeto, funcionalidade, mercadoria.

Cada faixa é uma cápsula filosófica, uma viagem auditiva que percorre os corredores do corpo esvaziado, do afeto automatizado, da liberdade simulada. Sons sintéticos, drones lentos e harmonias cortantes criam uma ambiência onde o humano agoniza, mas ainda resiste.

Em tempos em que algoritmos medem desejos, corpos viram dados e a alma se esconde atrás de avatares, The Thingified World propõe uma escuta radical: a escuta daquilo que foi silenciado.

Eis aqui o som da carne que se recusa a ser coisa.

 

🎧 Faixas e Textos Conceituais:

 

  1. Birth of the Object
    O ponto de partida: o instante em que o ser humano começa a se perceber menos como sujeito e mais como peça. O nascimento da “coisa social” no corpo biológico. Sons amnióticos e texturas de vidro líquido evocam esse transbordamento do orgânico para o funcional.

  2. Skin of Code
    A epiderme é substituída por linhas de programação. O sujeito se reveste com interfaces, máscaras digitais, identidades performadas. Um hino frio de bytes e glitches que se confundem com pulsações humanas.

  3. The Illusion of Connection
    Redes sociais, hiperconectividade, presença plena — e no entanto, o abismo da solidão. Um som atmosférico e desconcertante, que parece falar com muitas vozes, mas todas ecoam no vazio.

  4. Silence of the Organic
    A natureza deixa de emitir sua música. O corpo biológico, desativado. Nesta faixa lenta e meditativa, escutamos o silêncio do que já foi vivo, entre ruídos de máquinas e frequências perdidas.

  5. Data as Destiny
    Quem somos senão os nossos dados? Uma crítica à nova metafísica algorítmica: não há mais essência, apenas perfis, padrões, predições. Sons repetitivos e matemáticos geram um senso de prisão e inevitabilidade.

  6. Simulated Will
    O livre-arbítrio como farsa. Escolhas conduzidas por mecanismos invisíveis. Esta faixa incorpora ritmos ilusórios, como um labirinto sonoro onde toda saída é só mais uma entrada.

  7. The Market of Emotions
    Emoções como produtos. Likes, reacts, algoritmos que medem e vendem afetos. Uma música que mistura melancolia sintética com loops pulsantes, como um coração que bate só porque precisa vender algo.

  8. Machine as Mirror
    O ser humano passa a ver a si mesmo como máquina — e a máquina, como ideal de existência. Sons mecanizados, quase industriais, refletem o fascínio e o horror desse espelhamento.

  9. The Thingified World
    A faixa-título. Uma síntese sonora da condição reificada. Uma música ampla, com camadas densas, onde o sujeito é absorvido pelo ruído do mundo-mercadoria. Mas há um sopro, uma dissonância, uma fagulha de resistência.

  10. Post-Human Lament (faixa bônus)
    Um lamento que ecoa de um tempo futuro, quando tudo já foi coisificado. Restam ecos da memória, ruídos do humano extinto. O lamento de um pós-humano que ainda deseja... algo que já não sabe nomear.
     

🌐 The Thingified World

"Este não é um mundo feito de coisas. É um mundo tornado coisa."

Em uma era onde o ser humano é reduzido a dados, algoritmos e métricas de engajamento, onde as relações são mediadas por interfaces e a interioridade se dilui no ruído da visibilidade constante, a transformação do sujeito em objeto não é mais metáfora — é realidade encarnada.

The Thingified World carrega no nome essa denúncia sutil e, ao mesmo tempo, esse grito silencioso: o processo pelo qual o humano, suas emoções, corpos e sonhos, tornam-se engrenagens da maquinaria global, submissos à lógica do capital e da automatização.

Diferente de um “mundo feito coisa” por um gesto único, brutal, aqui temos um mundo que se coisifica continuamente, num lento esvaziamento da presença, da organicidade e da alteridade.

O título evoca o pensamento de György Lukács, mas também os espectros de Kafka, de Donna Haraway, de Byung-Chul Han e de todos os que pressentiram que, por trás da tela, há um espelho cego que não nos devolve mais o humano.

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