top of page




Marco Aurélio: o imperador que governava a si mesmo
Poucos livros atravessaram quase dois milênios com tamanha força silenciosa quanto Meditações, de Marco Aurélio. Talvez porque ele não tenha sido escrito para nós. Não foi concebido para a glória literária, para o debate filosófico ou para a posteridade. Foi escrito para um único leitor: o próprio imperador. Há algo profundamente humano nisso. O homem mais poderoso do mundo conhecido escrevia para si mesmo, tentando convencer-se diariamente a ser melhor. E talvez resida aí o
carlospessegatti
18 de jun.5 min de leitura
bottom of page