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A Ilusão do Saber: quando a convicção ocupa o lugar do conhecimento
Por que acreditamos compreender fenômenos que não conseguimos explicar em profundidade? A partir do conceito de Ilusão de Profundidade Explicativa, desenvolvido por Leonid Rozenblit e Frank Keil, este ensaio investiga as relações entre conhecimento, convicção, psicologia das massas, ideologia e inteligência artificial. Uma reflexão crítica sobre a fabricação das certezas na sociedade contemporânea e os desafios de desenvolver uma consciência capaz de reconhecer os próprios li
carlospessegatti
28 de out.25 min de leitura


A Teoria da Estupidez na Era dos Algorítmos
A Teoria da Estupidez de Dietrich Bonhoeffer não trata apenas da falta de inteligência, mas da perda da capacidade de pensar criticamente diante do poder. Uma reflexão sobre consciência, conformismo, manipulação e os mecanismos sociais que transformam indivíduos em instrumentos de forças que já não questionam.
carlospessegatti
12 de set.7 min de leitura


Georg Simmel e a Filosofia do Dinheiro: quando o meio se transforma em finalidade
Publicado em 1900, A Filosofia do Dinheiro, de Georg Simmel, ultrapassa a economia para investigar como o dinheiro transforma a liberdade, os desejos, as relações sociais e a própria experiência da modernidade. Mais de um século depois, suas ideias ajudam a compreender a passagem do dinheiro à informação e, finalmente, ao algoritmo.
carlospessegatti
10 de set.11 min de leitura


O Lobo Algorítmico - Capítulo 20 — Aprender a Rir Novamente
Depois de atravessar o labirinto das redes, dos algoritmos e da própria interioridade, o protagonista compreende que o problema nunca foi a tecnologia, mas a entrega de si mesmo a ela. Recuperar a liberdade significa reencontrar aquilo que existe para além das telas, dos fluxos e das expectativas do mundo digital. E talvez a primeira manifestação dessa liberdade seja simplesmente aprender a rir novamente.
carlospessegatti
9 de set.7 min de leitura


O Lobo Algorítmico - Capítulo XIX - A Música Invisível
Depois de desligar-se do ruído das redes, Henrique volta a compor — não para ser ouvido, mas para escutar. Na música, descobre um território que o algoritmo não consegue prever: aquilo que ainda não foi criado.
carlospessegatti
7 de set.4 min de leitura


O Lobo Algorítmico - Parte IV - Capítulo XVIII - O Silêncio
Ao desligar-se temporariamente das redes, o personagem inicia uma desintoxicação ontológica: um retorno ao silêncio, à experiência não compartilhada e à busca pelo homem que existia dentro dele antes que o mundo começasse a lhe dizer quem deveria ser.
carlospessegatti
1 de set.4 min de leitura


O Lobo Algorítmico - Capítulo XVII - A Máquina que Sonhava Comigo
Uma máquina construída a partir dos dados de um homem começa a fazer algo que jamais deveria fazer: sonhar. Ao tentar explicar quem é aquele que a criou, ela descobre que talvez esteja também tentando compreender a si mesma — e que os limites entre criador, criatura e algoritmo podem ser muito mais frágeis do que imaginávamos.
carlospessegatti
28 de ago.4 min de leitura


Quando a extrema-direita sonha em transformar o Estado em uma empresa
Curtis Yarvin passou da marginalidade da chamada Dark Enlightenment para os círculos de influência da nova direita tecnológica. Sua defesa de uma monarquia corporativa e de um Estado comandado como uma empresa revela uma inquietante convergência entre tecnologia, capital e autoritarismo. O que acontece quando a democracia passa a ser tratada como um sistema operacional defeituoso que precisa ser substituído?
carlospessegatti
22 de ago.14 min de leitura


O Sujeito Algorítmico -Quando o indivíduo passou a administrar a si mesmo
Na era da inteligência artificial, os algoritmos deixaram de ser apenas ferramentas e passaram a participar da própria formação do sujeito. Este ensaio investiga como a lógica algorítmica transforma nossa percepção, comportamento, desejos e relações de poder, inaugurando uma nova condição da subjetividade contemporânea.
carlospessegatti
13 de ago.10 min de leitura


ALDOUS HUXLEY: O PROFETA DA SERVIDÃO VOLUNTÁRIA E DO DESERTO ESPIRITUAL
Quando a liberdade se transforma em entretenimento Poucos escritores do século XX parecem tão contemporâneos quanto Aldous Huxley. Em muitos aspectos, ele não pertence ao seu tempo, mas ao nosso. Sua obra não descreve apenas uma sociedade futura; ela descreve a lenta transformação do homem moderno em um ser satisfeito, distraído e espiritualmente vazio. Se George Orwell nos advertiu sobre a tirania da vigilância e da repressão, Huxley percebeu algo talvez ainda mais perturbad
carlospessegatti
27 de jun.4 min de leitura


DA TELEVISÃO ÀS REDES SOCIAIS: A FABRICAÇÃO DA CONSCIÊNCIA NA ERA DIGITAL
Este texto dialoga fortemente com a trilogia que foi publicada nos últimos dias. Se Almas Mortas fala da mercantilização do homem, O Grande Inquisidor fala do medo da liberdade e Pedagogia do Oprimido aborda a formação da consciência, este novo ensaio funcionaria como uma espécie de quarto capítulo que poderia ter como título: "Da Sociedade do Espetáculo ao Capitalismo Algorítmico: a fabricação da consciência no século XXI." Ele irá fechar um arco histórico que vai de Gogol e
carlospessegatti
26 de jun.5 min de leitura


PAULO FREIRE E O LIVRO QUE ULTRAPASSOU A PEDAGOGIA
Publicado em 1968, durante o exílio de Paulo Freire, Pedagogia do Oprimido é muito mais do que um livro sobre educação. É uma obra sobre: consciência; poder; alienação; liberdade; cultura; linguagem; política; emancipação humana. Freire parte de uma constatação extremamente simples: Os seres humanos não nascem conscientes das estruturas que os dominam. A opressão não é apenas econômica. Ela é: cultural; simbólica; linguística; psicológica. O oprimido aprende a olhar o mundo p
carlospessegatti
25 de jun.4 min de leitura
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